Esta é uma história de amor que merece ser contada. Guilherme da Silva Bulla, AKA Gui, conheceu Julieane (Instruções para uma pronúncia correta: escreva o nome da noiva em um pedaço de papel, tape as letras “ane” e leia, em alto e bom tom, a parte que visualiza. Ato seguinte, cubra as letras que acabara de falar e pronuncie as demais. Pronto? Agora é só juntar!!! Favor treinar em casa pra não ter barraco no casório) Pohlmann, AKA Julione, num ensaio de sua banda. Passaram a namorar (tá, devem ter ficado, mas eu não fiquei sabendo nada desse interregno). Conheci Julione no casamento de outro amigo e sequer trocamos uma palavra. Acredito que nem “oi” tenha ela pronunciado. Gui, por sua vez, sequer introduziu a moça no grupo, demonstrando total falta de noção! A primeira impressão, devido aos fatos, não fora das melhores, no entanto, numa tarde de praia, eu e Julione passamos a conversar sobre coisas de mulherzinha – tais como o tamanho da cratera da celulite de cada uma, os produtos cosméticos que comprávamos... hoje percebo que gastamos muito e mudamos pouco, quer dizer, eu mudei pouco!!! A cada encontro eu percebia que o casal não tinha vergonha de demonstrar seus sentimentos... eram abertos, tanto que inúmeras vezes vi-me impelida a perguntar se precisavam de um momento de privacidade. Reitero: inúmeras vezes! Mudaram-se para Porto Alegre, cidade do Demo, e lá passaram a viver em união estável. Por que casar? Julie, querida, eu respondo essa pergunta pra ti. Primeiramente, essa história de que os direitos são iguais é tudo mentira. Vai ler o Código Civil, direito das sucessões, e depois vem conversar comigo (tá, tá, tem jurisprudência nova pintando, mas vai saber a cabeça de quem te julga?). E mais: é melhor entregar comprovante de residência, cartão do banco comprovando conta conjunta, coletar testemunhos de conhecidos, et coetera (que lindo isso) OU apresentar a certidão de casamento? Fala sério! E justificação não vale muito, declaração em cartório idem! Tem que provar T-U-D-I-N-H-O de novo! Fora que apresentar a pessoa como sua companheira não rola, né? Eita crueldade! Concluindo: decidiram se casar e daqui a alguns dias, confesso, terei a honra e a alegria de apadrinhar esses noivinhos! Recado final: Não permitam que a rotina acabe com o relacionamento de vocês, conquistem um ao outro diariamente e sejam muito, muito, muito felizes! Beijo grande! Di. (AKA Adrione)
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
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3 comentários:
porra só tem advogado nesse bagulho. vou chamar a galera pra mudar isso!
Só pra constar, não sou advogada! :)
É, Badynho... Vais ter que publicar um dos teus textos publicitários por aqui. (by Julie)
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